01 de outubro de 2009

PORTOVELHÊS

Por Marcela Ximenes

A característica peculiar de um povo é, sem dúvida, o seu falar. Em Porto Velho não é diferente. A fala da gente daqui tem identidade própria apesar de ter sido construída com colaboração de tantas outras. Mas a língua é isso mesmo, uma construção de todos e não uma coisa pronta e acabada. O ‘éraste’ de ontem quase não se houve mais. Mas o ‘leso’ continua nas paradas. Curioso que eu não tinha ‘botado reparo’ nas minhas falas. Em 2007 fiquei com a missão de fazer o caderno de aniversário do munícipio e pensei o que seria interessante mostrar, para não ficar no arroz-com-feijão da história. Então me veio à cabeça escrever sobre o porto-velhense para ele mesmo e a primeira coisa em que pensei foi a linguagem. O entusiasmo foi tanto que nasceu ‘O portovelhês nosso de cada dia’, que originalmente foi produzido para o Diário da Amazônia, mas ganhou o Overmundo. De lá partiu para os Verdes Trigos e foi encontrado pela então coluna Banzeiros, mas aí já é outra história.

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