A Marcela foi cumprir uma pauta no Centro Histórico e, enquanto esperava o Uber, deixou o caderno de anotações de lado. Quando o carro chegou, ela entrou e veio embora, só sentindo falta do caderno ao desembarcar. Ainda ligou para a entrevistada, pois poderia ter deixado o caderno lá. A senhora ainda foi até o banco onde a Marcela se sentou, mas nada foi encontrado.
Quando éramos criança, D. Nilta escrevia na contracapa de livros e cadernos o seguinte recado: “Se esse caderno [ou livro] for perdido, pode também ser achado. Para evitar enganos trago meu nome gravado: José Carlos de Sá Junior”
A trilha deste post só pode ser: “Caneta azul / Azul caneta / Caneta azul tá marcada com minha letra…”

