14 de janeiro de 2016

Queriam, agora não querem mais…

Por José Carlos Sá

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Conjunto “Orgulho do Madeira” (Fotos Daiane Mendonça/SECOM)

Logo depois das enchentes históricas de 2014, as pessoas afetadas foram cadastradas e recadastradas para receberem uma casa nova. A coisa rolou muito tempo e estas pessoas, vítimas da cheia, deram milhares de entrevistas dizendo que estavam abandonadas pelas autoridades, jogadas ao léo, etc. e tal. O assunto foi tema até de audiência pública na Assembleia Legislativa, quando a responsabilidade de construção das nova casas foi debitada na conta dasuzina, claro.

A situação hoje é esta: 3.374 pessoas ainda não procuraram a Secretaria de Ação Social para iniciar o processo legal. Tem gente que está sendo procurada desde julho de 2015, quando foi feito o sorteio.

Tags

ALE-RO Cheia histórica Minha casa minha vida Programa habitacional 

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