Logo depois das enchentes históricas de 2014, as pessoas afetadas foram cadastradas e recadastradas para receberem uma casa nova. A coisa rolou muito tempo e estas pessoas, vítimas da cheia, deram milhares de entrevistas dizendo que estavam abandonadas pelas autoridades, jogadas ao léo, etc. e tal. O assunto foi tema até de audiência pública na Assembleia Legislativa, quando a responsabilidade de construção das nova casas foi debitada na conta dasuzina, claro.
A situação hoje é esta: 3.374 pessoas ainda não procuraram a Secretaria de Ação Social para iniciar o processo legal. Tem gente que está sendo procurada desde julho de 2015, quando foi feito o sorteio.

