Quase diariamente escrevo aqui minhas impressões, memórias e comentários sobre assuntos corriqueiros — ou completamente aleatórios. Também cruzo informações que encontro dispersas e procuro checar fatos e datas quando fico em dúvida.
Isso tudo só é possível por causa da internet, que facilita nossa vida. Pois, na mesma rapidez com que as coisas acontecem, elas desaparecem entre milhões de informações disponíveis e renovadas a cada segundo.
Para minhas pesquisas, quando é possível, visito bibliotecas. Já sou freguês da Biblioteca Pública de Santa Catarina, das municipais de São José e Biguaçu, da biblioteca do Instituto Histórico e Geográfico de Santa Catarina — e, claro, do meu modesto acervo. Não encontrando o que preciso, vou perguntar ao Gúgol. Sei que há outras ferramentas de busca, mas sou “conservador” (hahaha… Cruz credo!).
Também uso a internet para buscar as ilustrações das minhas crônicas e resenhas. Às vezes imagino como deveria ser a imagem e, não sabendo desenhar, procuro algo parecido na rede. Quando não encontro, peço ajuda à IA (Inteligência Artificial).
A IA, muitas vezes, não atende ao que preciso — mesmo detalhando o pedido em minúcias. Nesses casos, pego um pedacinho de um desenho aqui, outro detalhe ali, e levo tudo para o “arcaico” PowerPoint, onde faço um mix até chegar perto do que imaginei.
Desde que deixei de ver televisão — especialmente os telejornais — durante a pandemia de Covid-19, passo algumas horas na frente do computador lendo notícias, livros, pesquisando fatos curiosos ou mal explicados. E fico pensando: como seria sem a internet?
Escrevo tudo isso porque hoje, 23 de agosto, é o Dia do Internauta.
[Crônica CLXXXVIII/2025]

