Fomos visitar a exposição retrospectiva que o Museu de Arte de Santa Catarina está promovendo para marcar a reabertura da casa após um período de fechamento de em ano e sete meses por causa da pandemia de Covid. As obras fazem parte do acervo do MASC e foram premiadas nas dez edições do Salão Victor Meirelles*, de 1993 a 2008. Este ano o concurso para o 11° Salão será reaberto depois de um intervalo de treze anos.
As obras apresentadas tentam resumir os trabalhos classificados nas edições do Salão Victor Meirelles, sendo que algumas instalações são representadas por fotografias, pois estão na Reserva Técnica para serem restauradas.
Abaixo uma amostra do que vimos:

Enquanto os pássaros/estranhos rondam minha/cabeça, sou seduzido/por um forte furacão – Edilson Viriato – 1994 (Foto JCarlos)

Tênis (Peça integrante da instalação “Vitrine” – A Poética do Cotidiano) – Cléa Espíndola – 1991 (Foto JCarlos)
EXTRAS

Estes objetos, sem legenda, estavam em um cantinho da sala de exposições. Fotografei. Vai que é de um artista famoso, que quis ficar anônimo … (Foto JCarlos)
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* Victor Meirelles, pintor que é conhecido pela obra “Primeira Missa no Brasil”, nasceu em Nossa Senhora do Desterro – hoje Florianópolis – em 1832 e morreu em 1903, no Rio de Janeiro. É homenageado pelo MASC, emprestando o nome para o Salão Nacional de Arte.
Nesse quadro estão marcados três morros que aparecem ao fundo. Segundo o ex-diretor do Museu Nacional de Belas Artes (Gestão 1981-1990), Alcides Mafra de Souza, Victor Meirelles acrescentou os morros existentes no centro de Florianópolis, conhecidos como Maciço do Morro da Cruz. Para provar a tese, se considerar que Pedro Álvares Cabral desembarcou na atual Porto Seguro e a primeira missa foi celebrada em Coroa Vermelha (nome atual, também), o cenário teria de ser planície, pois naquela região não há morros. O assunto está nesse link.














