20 de novembro de 2020

A terra de Guimarães Rosa

Por José Carlos Sá

Livro que a Marcela está lendo, com escultura do Guimarães Rosa, feita em Cordisburgo – MG (Foto JCarlos)

Ao retornarmos de Diamantina, em direção ao Aeroporto Internacional Tancredo Neves (Confins), passamos por uma placa rodoviária informando sobre o Circuito Turístico Guimarães Rosa. A Marcela que está lendo a obra  Manuelzão & Miguilim, do escritor mineiro (Editora Nova Fronteira/2001 – excerto do livro Corpo de Baile), perguntou o que era o circuito. Eu não sabia.

Mais adiante, entramos na cidade de Curvelo, só para conhecer a Basílica de São Geraldo, onde minha mãe foi em romaria há muitos anos. Enquanto eu fotografava a igreja, a Marcela encontrou uma loja de artesanato. O atendente  sugeriu que usássemos outra estrada para o aeroporto, passando por Cordisburgo, cidade natal de Guimarães Rosa. Assim fizemos.

Guimarães Rosa, em tamanho natural (Foto Marcela Ximenes)

Tropeiros com a mascote (Foto JCarlos)

Será Diadorim? (Foto JCarlos)

Detalhes das esculturas. Um trabalho interessante de Leo Santana (Fotos JCarlos)

Não podia faltar a tietagem ao nosso grande escritor (Foto Marcela Ximenes)

Na entrada da cidade, um pórtico contendo uma escultura em tamanho natural de Guimarães Rosa e um conjunto de estátuas de tropeiros a  cavalo e de um cachorro, possivelmente o mascote da tropa. O trabalho do escultor Leo Santana é muito detalhista e interessante.

Depois fomos em busca de uma loja de artesanato. O museu Casa de Guimarães Rosa estava fechado e uma outra, que a Marcela encontrou na internet, não conseguimos encontrar mesmo seguindo as informações do GPS. Afinal, encontramos uma lojinha na saída da cidade, mas com as peças mal-acabadas. Uma pena. Aliás, as lojas de artesanato também foram vítimas da Covid. Muitas fecharam em março, quando começou a pandemia e não abriram mais.