19 de novembro de 2020

Picadinho de Humor – O que li no confinamento

Por José Carlos Sá

O livro já está um pouco velhinho…

Conheci o autor, Dirceu Alves Ferreira, ou simplesmente Dirceu, cobrindo o lançamento de um dos livros dele. Muito brincalhão, ia às redações e zoava com a cara dos colegas, criando suas famosas frases. Foi colaborador do Pasquim e da revista Humordaz, de Belo Horizonte. É cartunista também e, entre outros, criou o personagem Caratim – O mau caráter. Pelo nome já se imagina o que apronta.

Um exemplo da índole de Caratim (Cartum Dirceu)

Na viagem para visitar minha mãe, no 90º aniversário dela, aproveitei para ver o que eu tinha deixado para trás quando me mudei para Rondônia, há 34 anos. Entre fotos, contracheques, contas de energia e cartões postais, que eu colecionava, encontrei vários livros, que encaminhei para doação e este Picadinho, que trouxe comigo para matar a saudade.

Uma gentil dedicatória.

Li de uma assentada e separei algumas frases do Dirceu:

– A humanidade só evoluiu até a semana inglesa.

– Mas, se não fosse a falta de tempo, a agitação, e a distância das grandes cidades, que desculpa a gente teria para não fazer visitas, hein?

– Quem canta, seus vizinhos espanta.

– Cientista imbecil: diz que vai jogar por terra a lei da gravidade.

– Quando o orador tira uma papelada do bolso, é a plateia que dorme de improviso.

– A cavalo dado, não se olha a falta de espaço para guardá-lo.

Dirceu, o frasista (Foto divulgação)

Foi um ótimo reencontro com o Dirceu!

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Dirceu Humordaz O que li no confinamento Pasquim Rondônia 

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