Há poucos minutos instalei em meu celular o aplicativo do E-Titulo, me preparando para as eleições municipais de amanhã, 15 de novembro, dia da Proclamação da República. Eu voto desde 1974, quando fiz 18 anos e poucas vezes justifiquei minha ausência, por estar em outra cidade.
Durante o Serviço Militar meu Título de Eleitor foi recolhido. Naquele tempo, soldados e cabos não votavam e nem podiam pertencer a um partido político.
Aguardando o domingo, estou antecipando mentalmente o traje, incluindo a máscara e a “cola”, que vou usar no domingo.
Ao escrever a frase anterior, lembrei da minha avó Zulmira, que no dia da eleição usava um vestido novo, colocava o anel de formatura e íamos para a sessão eleitoral. Ela nunca permitiu que eu visse em quem estava votando, mesmo eu a acompanhando até a cabine de votação. Ela votou enquanto pode andar.
Então, vamos votar com responsabilidade, afinal urna eleitoral – com o perdão da má palavra – não é penico!

