04 de novembro de 2020

Pipoca de micro-ondas

Por José Carlos Sá

O micro-ondas quase pegou fogo (Foto Internet)

Eu morava em uma quitinete na rua Paulo Leal, no centro de Porto Velho. Numa noite, após o trabalho, a Marcela foi para lá e levou um pacote de pipoca de micro-ondas. Ela colocou o pacote no forno e digitou o tempo de fritura e foi fazer outra coisa.

De repente a quitinete foi tomada de fumaça preta e mesmo com as janelas abertas o cheiro de queimado não desapareceu por vários dias, isso sem dizer que o micro-ondas ficou com marcas do quase incêndio por dentro.

Um ou dois dias depois, encontrei um vizinho no corredor que falou baixinho comigo:

– Tem alguém fabricando cocaína aqui no prédio. Senti o cheiro de produto químico…

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Marcela Ximenes rua Paulo Leal 

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