Li no G1-AC que um monomotor caiu na pista depois de se chocar com uma vaca que surgiu quando o avião estava decolando. A aeronave bateu o trem de aterrissagem no animal e depois caiu, se partindo em dois pedaços. Felizmente não houve feridos. O caso aconteceu no município de Jordão, no Acre.
Eu era assessor do vice-governador de Rondônia e voltávamos de um evento ocorrido em Vilhena, no sul do estado. A então prefeita do município de Pimenta Bueno, professora Inês Zanol, pediu uma carona no avião e foi atendida.
Logo depois da decolagem, a prefeita me deu um pedaço de papel com o nome de um sargento da PM e o número de telefone e disse:
– Zé Carlos, por favor, ligue para o sargento e peça a ele para retirar o gado da pista de pouso.
Fiz o que ela pediu, mas pensando que era uma senha, para que alguém a fosse buscar no aeroporto.
Aterrissamos em Pimenta Bueno e vi, pela janela, que toda a extensão da pista estava cheia de esterco (para não dizer outra coisa) de gado.
Falei para a prefeita o que eu tinha pensado, ela riu e explicou que um criador das proximidades “guardava” o gado dele na área do aeroporto, que era toda cercada…
Folgado!

