14 de setembro de 2020

A sombra do vento – O que li no confinamento

Por José Carlos Sá

A sombra do vento é uma histórias dentro de outra (Foto divulgação)

Por indicação e empréstimo da professora Bruna Batista, do estúdio de Pilates, li A sombra do vento, do espanhol Carlos Ruiz Zafón. Resumidamente é a busca que um leitor faz para saber mais sobre o escritor Julián Carax autor de um livro também chamado A sombra do vento, encontrado no “cemitério dos livros esquecidos”.

O autor (Zafón) escreve: “Cada livro, cada volume que você lê, tem alma. A alma de quem o escreveu, e a alma dos que o leram, que vieram e sonharam com ele. Cada vez que um livro troca de mãos, cada vez que alguém passa os olhos por suas páginas, seu espírito cresce e a pessoa se fortalece.”

Um dos lugares de Barcelona citados no livro, a avenida del Tibidabo (Foto Panoramio.com)

Você é levado para um passeio por Barcelona da década de 1950 e as histórias no tempo presente e no passado se entrecruzam e se confundem. A trama é muito bem arquitetada e pessoas da convivência de Carax aparecem na vida de Daniel Sempere, o jovem que buscava mais informações sobre o autor do livro que o impressionou e do qual só existe um exemplar. O resto da edição foi misteriosamente queimado.

Aproveitei as referências geográficas e fiz um passeio pelas ramblas através do Google Street. Claro que as ruas e avenidas não têm mais o clima sombrio do livro, mas deu para ter uma noção por onde os personagens transitavam.

O exemplar que li foi editado pela Suma/1981 (há publicações de outras editoras). Recomendo.

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A sombra do vento Barcelona Carlos Ruiz Zafón O que li no confinamento 

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