16 de agosto de 2020

O homem (quase) nu

Por José Carlos Sá

Hoje me eu senti o personagem da crônica de Fernando Sabino, O homem nu.

O homem nu (Ilustra Pauli)

Para ir hoje cedo à padaria fiz todo o ritual: prendi os cachorros, tranquei a porta da sala, destranquei o cadeado do portão da garagem, tirei o carro e estacionei na rua. Entrei, fechei o portão, travei o cadeado e soltei os cães. Procurei o chaveiro nos bolsos e não encontrei, pois automaticamente, ao entrar no carro coloco as chaves no console.

Fiquei preso no quintal, com as portas da sala e da cozinha trancadas e o cadeado fechado. Esperava que aparecesse alguém na rua para pedir que apanhasse a chave, pois a Marcela estava dormindo e eu não queria acordá-la. Mas os cachorros fizeram barulho e foi a Marcela quem me salvou, me entregando o segundo jogo de chaves.

Para o drama ficar completo, só faltou eu estar nu…

Tags

Crônicas Fernando Sabino Marcela Ximenes O homem nu 

Compartilhar

Comentários

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado.

You may use these HTML tags and attributes: <a href="" title=""> <abbr title=""> <acronym title=""> <b> <blockquote cite=""> <cite> <code> <del datetime=""> <em> <i> <q cite=""> <s> <strike> <strong>

*