14 de abril de 2020

Multinacional no rio Madeira

Por José Carlos Sá

O repórter do D. A. viu uma sonda igual a esta e tirou suas conclusões (Foto Internet)

Corria o ano de 2004 e um belo dia apareceram trabalhadores que instalaram torres de sondagem na região da cachoeira de Santo Antônio. Um repórter do jornal Diário da Amazônia, passeando pelo local, teve sua curiosidade despertada pela atividade.

O repórter então se dirigiu a um dos trabalhadores e perguntou o que eles estavam fazendo. O homem só sabia que estavam fazendo sondagem de solo, mas não sabia por que razão e para quem trabalhava.

O repórter, então, chegou à sua própria conclusão. Na edição seguinte do Diário da Amazônia a manchete era: “Multinacional procura ouro na cachoeira de Santo Antônio”. Ninguém confirmava nem desmentia.

E o jornal seguiu por mais uns dias alimentando o mito, até que o Inesperado da Silva entrou na história. Um dos equipamentos usados na sondagem foi furtado e o João Batista, que era o encarregado pelo serviço, foi obrigado a registrar um Boletim de Ocorrência e o mistério da multinacional foi desvendado: Era o início dos estudos para a construção dasuzina de Santo Antônio.

Não sei se dá para enquadrar esse causo como uma barrigada jornalística, mas que foi engraçado foi.