Ontem (01/01) fomos fazer uma trilha, para alcançar a praia do Gravatá, em Florianópolis. Pelas informações que tinha colhido em um blog especializado em trilhas e numa matéria da NSC TV, eu acreditava que o percurso era fácil e me lasquei.
Era preciso fazer muito esforço para subir e descer morros. Na volta tive uma disritmia. Uma enfermeira, que descia a trilha, mediu meu pulso e recomendou que eu ficasse deitado e respirasse devagar, por vinte minutos. Muitas pessoas pararam pera perguntar se podiam ajudar, oferecendo água, Gatorate, sal, amendoim, ou só para se solidarizar.
A Josy, tia da Marcela, ligou para o Samu e em pouco tempo chegaram uma médica, uma enfermeira e a tripulação do helicóptero da PMSC Águia 02 (PR-PMM). Depois da medicação de emergência, foi feito um eletrocardiograma, ali mesmo, no meio do mato.
Fui embarcado no helicóptero, levado para UPA Sul e medicado. Amanhã vou a um cardiologista. O diagnóstico inicial foi o esforço que fiz concentrou o sangue no coração. Estou bem agora, graças a Deus.
A foto acima, no helicóptero, me lembrou uma feita pelo fotógrafo Dana Merrill, mostrando um índio caripuna posando com funcionário do Hospital da Candelária:





