Em janeiro deste ano solicitei à Celesc (Centrais Elétricas de Santa Catarina) a ligação da minha nova casa à rede de energia. Na ocasião, eu não sabia o nome da rua, o endereço era Quadra 8, Lote 1 e o nome do loteamento. Por orientação do corretor de imóveis que nos atendia, anotei o número do medidor de energia do vizinho mais próximo. O atendente usou a rua principal do bairro como referência e assim aparece no talão de cobrança.
Ontem fui ao escritório da empresa, de posse dos documentos do imóvel, para solicitar a atualização do cadastro. O atendente tentou de todo jeito incluir o nome da minha rua no tal “sistema”, mas debalde. Ele explicou como funciona normalmente a alimentação do sistema com os nomes dos logradouros: “O Legislativo, no caso a Câmara Municipal ou o Executivo, a Prefeitura, define o nome de uma rua. Aí um departamento da Prefeitura encaminha um ofício às estatais, Celesc (energia), Casan (água) e outras, nos informando a denominação da nova via. Aí um departamento nosso insere essa rua no nosso sistema. No presente caso, é o próprio usuário que vem nos informar, portando documentos oficiais. O que eu vou fazer? Vou informar ao nosso departamento de Planejamento para que inclua o nome da sua rua no sistema. Acredito que na próxima fatura, o seu endereço já estará atualizado”.
Ô sistema enrolado, sô!

