Desde que nos mudamos para cá, passamos a comprar o pão nosso de cada dia em uma padaria que ficava a pouco mais de um quilômetro da nossa casa. A Marcela foi quem primeiro fez amizade com a proprietária, d. Taíse, depois, como eu é quem ia diariamente lá, fiz amizade com a família toda: Inácio, d. Taíse, o Gustavo – um adolescente de 14 anos, muito curioso, principalmente depois de saber que éramos jornalistas – e a garotinha cujo nome não aprendi.
Gentis, sempre me davam algum “brinde”, como uma rosca típica daqui, que é grande, com uns 30 centímetros de diâmetro; a rosca americana, coberta de açúcar e canela ou a novidade para nós, a bijajica. O nome é estranho, mas é uma rosca da região serrana de Santa Catarina, origem da família. A rosca é feita com polvilho azedo, ovos e açúcar e frita em banha. Muito gostosa, aliás.
Também provamos os bolos de bolacha, tortas várias, salgados e uma outra surpresa: ovo cozido empanado!
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