Depois de anunciar apoio ao presidenciável Jair Bolsonaro, o candidato a governador de Rondônia adotou o vocabulário castrense. Assistindo/ouvindo a um dos programas de tevê do candidato, notei o que ele utilizou várias palavras que lembram o vocabulário dos quartéis: “(…) Começa agora uma nova batalha. Sempre fui e sempre serei um soldado de Rondônia. Rondônia é o meu país, a minha luta é pelos rondonienses (…); Cada um que votou em mim, tenho certeza, forma o meu exército de aliados. Um exército que vai lutar para gente conquistar ainda mais votos nesse segundo turno (…)”.
Como diria o saudoso Sérgio Mello, “será, gente?”
