09 de agosto de 2018

De golpista a tábua de salvação

Por José Carlos Sá

Antes “golpistas”, agora aliados (Ilustra https://goo.gl/CRxtDM)

O Partido dos Trabalhadores em Rondônia está passando por um momento delicado. Em busca da sobrevivência do próprio partido e da eleição/reeleição de membros do politburo petista. O diretório regional colocou em discussão, em votação e bateu o martelo na coligação com o PDT, do senador Acir Gurgacz, na esperança da eleição d0 (ex-) Padre Tom, como deputado federal; também a eleição do ex-prefeito Roberto Sobrinho a deputado estadual e a reeleição do deputado estadual Lazinho da Fetagro. Detalhe: os três candidatos “com chances” fazem parte da cúpula do PT-RO. Com essa decisão, não participam da disputa a chapa majoritária Paulo Benito, pré-candidato a governador e Fátima Cleide, ao Senado, que ficam fora do arranjo. Cabe recurso.

Em nível nacional também está complicado. O candidato à presidência está preso. Há o plano B. Fernando Haddad, ex-prefeito de São Paulo, comporia a chapa com Lula ou seria o cabeça-de-chapa, tendo como vice a gaúcha Manuela D’Ávila, que antes seria candidata à presidência pelo PCdoB ou à reeleição. O UOL informa que em 15 estados o PT se aliou com partidos que votaram pelo impeachment da ex-presidente Dilma Roussef. Rondônia não é citada nominalmente, mas os três senadores pelo Estado votaram “sim” e, pelo menos dois deles, agora são aliados.

Se eu disser que não entendo mais nada, não serei o único.

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Dilma Rousseff Eleições 2018 Fernando Haddad Manuela D'Ávila PCdoB PDT Politburo Presidente Lula PT Rondônia UOL 

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