Há poucos dias compartilhei no meu perfil no Facebook uma publicação da Fundação Biblioteca Nacional sobre Percival Farquhar e perguntava como seria Porto Velho hoje, sem a existência dele. Nesta madrugada, li na Folha uma entrevista com o professor José Miguel Wisnik, autor do livro “Maquinação do Mundo“, onde faz um releitura dos poemas de Carlos Drummond de Andrade a partir de uma visita ocasional à Itabira, terra natal do poeta. Wisnik entendeu, então, o verso “Itabira é apenas uma fotografia na parede. Mas como dói!”
O que tem a ver Drummond, Wisnik, Itabira com Farquhar? É que a empresa que iniciou a exploração do minério na região, em 1910, a Itabira Iron Ore Co. pertencia a ninguém mais, ninguém menos que Percival Farquhar! Ele!



