12 de dezembro de 2017

Das ‘rádias’

Por José Carlos Sá

Ouvinte assíduo, o rádio é minha companhia no carro e quando estou trabalhando ou escrevendo estas mal traçadas linhas, por isso saúdo a chegada da Rádio CBN Amazônia.

Mudando de assunto, dentro do mesmo tema. Por outro lado, estranho a confusão que está a frequência 105.9. Ela é usada pelas rádios comunitárias Transamazônica e Rio Madeira. Dependendo da região da cidade você ouve uma ou outra. Estava descendo a avenida Farquhar, sentido bairro-centro, ouvindo um programa na Transamazônica. Quando cheguei à altura da rua D. Pedro II, sem eu mexer no rádio, passei a ouvir a rádio Rio Madeira. Por curiosidade, continuei na mesma sintonia. Até eu chegar ao meu destino (menos de 10 minutos), ouvi a mesma música duas vezes.

Soube depois que a mesma frequência foi distribuída a duas rádios comunitárias, pois estas emissoras teriam autorização para emitirem seus sinais para uma área num raio de, no máximo, um quilômetro apenas.

Acho que tem alguma coisa errada. Da rua José Camacho com avenida Jorge Teixeira, sede da rádio Transamazônica, até a avenida Faquhar com D. Pedro II, são oito quilômetros. Da avenida Jatuarana, sede da rádio Rio Madeira, até a avenida Faquhar, são sete quilômetros.

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