A igreja católica de Guajará-Mirim, o CIMI – Conselho Indigenista Missionário, mais as ONGs setoriais anti-hidrelétricas reuniram índios de diversas etnias que moram na região de Guajará-Mirim e os levaram a se manifestar, fechando a BR-425, na altura da ponte do Ribeirão, protestando contra a futura hidrelétrica binacional, cuja implantação ainda é uma suposição.
No texto publicado no saite do CIMI e distribuído às redações, entre outras coisas afirmam que “(…) as promessas de indenizações foram só ilusão (…)”. Já vejo aí o lançamento da semente do MASB – Movimento dos Atingidos por uma Suposta Barragem. E virá mais.

