27 de janeiro de 2017

(Des)Aprendendo com o passado II

Por José Carlos Sá

Centro de Memória Indígena, onde funciona o Memorial Rondon (Reprodução TV RO)

Centro de Memória Indígena, onde funciona o Memorial Rondon (Reprodução TV RO)

Em março de 2013 o complexo construído no entorno da capela Santo Antônio, como condicionante imposta pelo IPHAN para construção da Hidrelétrica Santo Antônio, ficou pronto. A obra foi discutida e acompanhada desde o começo pelo IPHAN e pela Prefeitura de Porto Velho, através da Fundação Cultural (Iaripuna, então).

Ao chegar o momento dos imóveis serem entregues oficialmente, a Superintendência de Patrimônio da União – SPU solicitou à Prefeitura o plano de uso e a destinação orçamentária para o Centro Cultural Indígena. Por incrível que pareça esses documentos não foram providenciados. Logo em seguida, Mauro Nazif assumiu a administração municipal e a novela continuou. Quando a SETUR manifestou intenção de assumir o complexo turístico, a Prefeitura correu no governador dizendo que tinha direito ao local.

Resumindo, o Exército teve que intervir, por intermédio da UNIR, para que os prédios fossem usados, como estão hoje com o excelente “Memorial Rondon”.

É só para refrescar a memória de todos.