“Conheci” o Ziraldo nos exemplares da revista “O Cruzeiro” que minhas avós paternas (eram três irmãs que criaram meu pai) assinavam e colecionavam. Depois veio a revista “Turma do Pererê” e os cartuns Pasquim, isso sem esquecer o “Minerinho – o Comiquieto“, na Playboy. Ao conversar com ele durante os intervalos dos compromissos, na quarta-feira, é como se fossemos amigos há muito tempo. Se eu citava algum fato, alguma piada que eu me lembrava d’O Pasquim, o Ziraldo contava o contexto ou complementava com detalhes. Foi um dia para marcar no calendário da vida.
Aí eu também tietei o Ziraldo:

