16 de agosto de 2016

Pesar

Por José Carlos Sá

(Foto divulgação)

(Foto divulgação)

Lamento o falecimento da atriz e *orra louca Elke Maravilha. Eu gostava da irreverência inocente dela. Nos programas que eu assistia há muitos anos, em que era jurada (Chacrinha, Flávio Cavalcante), gostava das gargalhadas que ela dava, quebrando o clima solene da televisão de então, pois mesmo na “Discoteca do Chacrinha” havia um protocolo, que o apresentador e a Elke quebravam de vez em quando.

Esquerda Elke com Chacrinhs; direita com Marcos Rezende, produtor do "Programa Flávio Cavalcante"

Esquerda, Elke com Chacrinha; direita com Marcos Rezende, produtor do “Programa Flávio Cavalcante” (Fotos internet)

Me recordo de um programa do Flávio Cavalcante, em que o convidado era um jogador de futebol que desfrutava dos seus 15 minutos de fama. Bonitão, atraia centenas de mulheres aos estádios onde iria jogar para vê-lo. A Elke perguntou a situação amorosa dele:

– Você tem namorada? É casado?

– Não. Solteiro, não tenho namorada…

– Bonito assim, e não tem namorada… Qual é a sua?

Todo mundo riu, deixando o cara constrangido.

Aliás, todo mundo riu menos eu. Criança, inocente e besta, não entendi o que ela quis dizer com “Qual é a sua?” Achei a frase incompleta e meus pais, com quem eu assitia o programa, se esquivaram de me explicar.

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Elke Maravilha Imprensa tupiniquim Pesar televisão 

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