04 de agosto de 2016

Queimando o mundo (e a minha casa também)

Por José Carlos Sá

Já contei isso antes: Todo ano é a mesma coisa, os filhos de senhoras que roncam e fuçam colocam fogo em tudo que vêem  pela frente (por isso não colocam fogo nos próprios rabos) e é um inferno gasoso para todos.

Na volta para casa encontramos este fogo na continuação da avenida Pinheiro Machado, após a Mamoré:

Fogareu

Fogaréu (Fotos Marcela Ximenes)

escolaMas o pior estava por vir. A fumaça continuava no nosso horizonte e, ao chegarmos em casa, pegava fogo no terreno do Governo do Estado onde funciona (ou funcionava) a Escola de Polícia, subordinada à SESDEC. A frente do terreno fica na avenida Amazonas, onde estão instalados a Escola de Polícia,  a UNISP- Zona Leste, o presídio das “criOnças“, a DEAAI (Delegacia Especializada em Apuração de Atos Infracionais), além do esqueleto do presídio feminino, elefante branco que nasceu morto.

Os outros limites do terreno são os fundos das casas da rua Bandeirantes, da avenida Sete de Setembro; o beco Edgar Graeff; a rua Halmério Melo e rua Antônio Violão. Nas fotos, o fogo bem próximo da edícula daqui de casa.

Fogareu 2

O fumaceiro provocado pela queima do mato seco no terreno do Governo (Fotos e video JCarlos)

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Cidade sem lei Escola de Polícia Mar Marcela Ximenes Porto Velho Queimadas urbanas 

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