Mesmo ainda sem ter sido autorizada a captação (legal) de votos, as eleições 2016 já estão se aproximando de mim:
Recebi pedido de voto de um candidato com quem não falava há, pelo menos, 25 anos (eu era invisível para ele); convite para uma reunião perto da minha casa (“Vai ter carne assada, cervejinha, mas o objetivo é política”, foi sincero o convidante); e pedidos de voto pelo watzap.
Já decidi que votarei em candidatos que representem renovação de pensamento (isso não quer dizer pouca idade cronológica) e que, ao meu ver, tenham bom caráter.
Vai ser difícil? Acho que não.

