Participei esta semana do Curso de Jornalismo Científico, oferecido pela Fundação Oswaldo Cruz, por intermédio da Assessoria de Imprensa da Fiocruz Rondônia. O curso foi ministrado pelos jornalistas Carla Almeida e Luiz Amorim, que são pesquisadores sobre o assunto e mostraram exemplos da cobertura jornalística a temas da Ciência (Zika, Microcefalia, células embrionárias etc.), a questão do relacionamento dos cientistas com a Imprensa e como a população vê os cientistas, que ora aparecem como figuras estereotipadas (cientista maluco, descabelado, isolado), ora como pessoas “normais”, desenvolvendo projetos importantes e/ou curiosos.
Uma informação interessante que soube pelos ministrantes do curso: o vice presidente de Pesquisas e Laboratórios de Referência da Fundação Oswaldo Cruz, Rodrigo Stabeli, trabalhou no Ipepatro – Instituto de Pesquisa em Patologias Tropicais de Rondônia, a convite do professor Luiz Hidelbrando. Veio para Porto Velho pensando que estava indo para Roraima!
Como sempre, houve pouca adesão ao curso. Dos 60 inscritos, compareceram uma média de 35 profissionais da Imprensa ou estudantes de Comunicação. A maioria daqueles que atuam profissionalmente, atuam em assessorias de Imprensa. Mais uma vez, quem não foi perdeu.


