Já dizia Adoniram Barbosa: “De tanto levar / “frexada” do teu olhar / Meu peito até / Parece sabe o que? / “talbua” de tiro ao “álvaro” / Não tem mais onde furar (…)”
Foi esta imagem que formei mentalmente ao ler, no blog do governador Confúcio, o desabafo dele sobre os incessantes pedidos de reajustes salariais, vantagens e demais despesas que o governo tenta frear. Lembrando que “todos nós somos responsáveis pelo equilíbrio do Estado”, se referindo aos outros poderes, especialmente à Assembleia Legislativa.
Voltando às “frexadas”, Confúcio se compara a São Sebastião: “Eu sempre digo, que para ser governador, antes de tudo, é preciso não se amar. É ficar de um lado, igual a São Sebastião, recebendo flechas no peito de todas as direções”.
E por que se candidatam? Masoquismo?

