26 de abril de 2016

A malária não morreu

Por José Carlos Sá

(Ilustra Ministério da Saúde)

(Ilustra Ministério da Saúde)

Era para ter comentado ontem, que foi o dia mundial de combate à malária. Parece que a doença tomou um novo fôlego. Pelo menos é o que a Organização Mundial da Saúde avisou: “Quase a metade da população mundial – o que equivale a 3,2 bilhões de pessoas – ainda corre o risco de contrair a doença.”

Graças a Deus, nos meus 30 anos de Rondônia nunca peguei uma malária, mesmo tendo ido várias vezes a localidades onde a doença grassava, como Ariquemes, então capital mundial da malária, quando era chamada de “Alitremes”, Jaru (onde a febre deixava o cara doido, saindo com a motosserra nas costas pela BR), Machadinho do Oeste e Alta Floresta, além, claro, de Porto Velho, onde eu sempre morei.

 

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