Visitar ao Real Forte Príncipe da Beira é sempre uma emoção. Desta vez fui para apresentar a fortaleza à Mar (ou será o contrário?). Tivemos como guia a paciente Ana Elizabeth de Bargas, isso mesmo, com “B”, que ficou conosco esperando o crepúsculo.
O local é limpo pelos militares do Pelotão de Fronteira, instalado ao lado da fortaleza desde 1932, por sugestão – anos antes, em 1906* – do então capitão Cândido Rondon. A estrada de acesso está razoável, mas não há placas indicativas, exceto uma única e discreta placa, instalada na avenida Chianca, no centro de Costa Marques.
O local é um atrativo turístico por excelência, mas falta tudo para se tornar realmente um local para se visitar. Não há estruturas de apoio. Fomos visitar em uma quinta-feira e não havia, no caminho e na vila do entorno do forte, uma birosca para comprar água. Os guias são jovens voluntários, treinados pelo presidente da Associação, o que já é uma grande ajuda. No mais, nada.

Interior de um dos baluartes, o de Santa Bárbara, todo cheio de inscrições de idiotas de todos os tempos









