Fiquei sensibilizado, comovido mesmo, com a campanha que o advogado Ary Gurjão lançou em defesa ao apoio governamental aos praticantes do slakline em Porto Velho. Gurjão defende que se crie “(…) um programa de incentivo, bem como dar o mínimo de estrutura para estes jovens, além de destinar uma área no Espaço Alternativo para que possam desenvolver suas técnicas e competir (…).”
Slakline, para quem não sabe – e eu não sabia até as férias de 2014-, o Wikipedia explica: “é um esporte de equilíbrio sobre uma fita elástica esticada entre dois pontos fixos, o que permite ao praticante andar e fazer manobras por cima.”
Quero propor às autoridades competentes (adoro esse adjetivo) que adotarem os atletas do slakline também olhem para os praticantes de um esporte muito mais antigo e tradicional no Brasil: os jogadores de peteca (ou bolinha de gude, bila, inhaque, berlinde, e etc.).
Eles não têm onde treinar e arriscam a vida praticando o esporte no meio da rua.
É justo não?


