12 de dezembro de 2015

Rondon, sempre!

Por José Carlos Sá

Ao agradecer ao professor Aleks Palitot pela imagem que ele enviou-me (Do passado), escrevi que estou cada vez mais embebido na figura de Rondon, pelo exemplo de homem que ele era: íntegro, que colocava a missão recebida acima de tudo, até da saúde dele e da convivência com a família.

Na inauguração do Memorial Rondon, fiquei quieto, ouvindo as falas do oradores e me emocionando, especialmente, com o poema lido pelo coronel Antônio Lara Meireles Rondon, de autoria de um cacique bororo, por ocasião do sepultamento do marechal, em 1958. As fotos que habitualmente faço para os brog, ficaram restritas a estas que publico agora. Depois vou voltar ao Centro de Memória Indígena para explorar cada painel.

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Centro de Memória Indígena abriga exposição permanente “Rondon – Marechal da Paz”

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Acesso à capela de Santo Antônio

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Busto de Rondon, não é a toa que é feito de bronze

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A banda da 17ª Brigada executou todo tipo de música, até uma marcha litúrgica

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O Marco Divisório, popularmente conhecido como “Marco Rondon”, compôs o cenário, com sua inclinação “pisaíca” para a direita

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Os militares mais assistiram que guarneceram

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Ator representando o Marechal Rondon fez sucesso

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Hasteamento da bandeira, como ocorria diariamente nos acampamentos da Missão Rondon

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No corte da fita, havia pontas para quem quisesse. A partir da esquerda: Rodnei Paes, superintendente de Cultura; irmã Maria Cecília (neta), Patrícia Civelli (curadora), Beatriz e Antônio Rondon (netos) e frei Phillip Machado (Santo Antônio Energia)

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Réplica, em tamanho real, de uma estação telegráfica, como as implantadas pela Comissão Rondon, há 100 anos

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Selfie. O soldado e o marechal

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Capitão RR do Exército Carlos Jorge da Silva encarna o personagem do Marechal desde o início das comemorações ao sesquicentenário de nascimento de Rondon

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Reprodução da barraca de comando. Um aparelho de telégrafo funcionava para os visitantes conhecerem aquele meio de comunicação. O soldado que operava o aparelho disse que o Exército ainda mantêm o telégrafo como meio alternativo de comunicação. Ou seja, o trem ainda não morreu

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17ª BIS Centro de Memória Indígena Exército História Regional Memorial Rondon Rondon 

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