Ao agradecer ao professor Aleks Palitot pela imagem que ele enviou-me (Do passado), escrevi que estou cada vez mais embebido na figura de Rondon, pelo exemplo de homem que ele era: íntegro, que colocava a missão recebida acima de tudo, até da saúde dele e da convivência com a família.
Na inauguração do Memorial Rondon, fiquei quieto, ouvindo as falas do oradores e me emocionando, especialmente, com o poema lido pelo coronel Antônio Lara Meireles Rondon, de autoria de um cacique bororo, por ocasião do sepultamento do marechal, em 1958. As fotos que habitualmente faço para os brog, ficaram restritas a estas que publico agora. Depois vou voltar ao Centro de Memória Indígena para explorar cada painel.

O Marco Divisório, popularmente conhecido como “Marco Rondon”, compôs o cenário, com sua inclinação “pisaíca” para a direita

No corte da fita, havia pontas para quem quisesse. A partir da esquerda: Rodnei Paes, superintendente de Cultura; irmã Maria Cecília (neta), Patrícia Civelli (curadora), Beatriz e Antônio Rondon (netos) e frei Phillip Machado (Santo Antônio Energia)

Réplica, em tamanho real, de uma estação telegráfica, como as implantadas pela Comissão Rondon, há 100 anos










