Um dos pré-candidatos a prefeito de Porto Velho, nas eleições do ano que vem, já lança a campanha em grande estilo, com uma proposta, ao mesmo tempo inovadora, desafiante, corajosa e maluca.
O pastor Luiz Gustavo, do PHS, se lança em um poço escuro, digo campanha eleitoral, com uma única proposta, mas que vai dar o que falar. Ele, se eleito, vai simplesmente apresentar um projeto de lei à Câmara Municipal sugerindo a realização de um plebiscito para a população se posicionar se apoia ou não a troca do nome da capital.
Numa eventual vitória do “Sim”, o pastor já sugere alternativas ao centenário nome de Porto Velho: “Porto Belo”, “Porto Novo” ou “Porto Lindo”. A justificativa, segundo o saite Rondocristão, é que sob a ótica dele o nome “não soa de forma positiva”.
Espero que o aprendiz de político tenha uma capa feita de couro de jacaré, pois a pêia é certa. Ao comentar com a Mar – beradeira da Arigolândia – sobre a ideia, ela respondeu: “Concordo que a carga semântica da palavra “Velho” é negativa, mas daí trocar o nome da minha cidade, é muito distante…”

