Decretada mais uma greve do setor do transporte coletivo. Retificando, tecnicamente não é uma greve, pois as concessões para executar o serviço público foram anuladas. A situação é análoga (ô palavra linda, sô!) àquela comentei dia 10 de outubro.
Os trabalhadores de uma das duas empresas querem, simplesmente, receber seus direitos. A empresa diz estar quebrada. A Prefeitura numa decisão “salomônica”, só que não, tenta empurrar para as novas empresas a conta que está no prego. As novas empresas gritam: “Esse filho não é meu!”
Para os taxistas a greve não ajuda em nada, ainda mais que está valendo a “Lei da Bandeira 2”, que cobra a corrida majorada, de 1º de dezembro a 2 de janeiro, para “fazer o 13º” dos profissionais do taxi. O único temor da classe é que com a falência (anunciada, mas não reconhecida) do transporte público coletivo, “as vans entrem ‘de com força’ nas ruas. Vai fazer um estrago maior que o mototáxi”, me assegurou um motorista a quem perguntei sobre a conjuntura mercadológica.
