Mais uma vez, remeto os leitores do brog à minha página no Feicebuque.
A pergunta lá e cá é: Qual a razão para que os “donos” da Madeira-Mamoré critiquem a realização de qualquer evento ali?
Castro Alves escreveu: “A praça, a praça é do povo, como o céu é do condor”, em uma estrofe do poema “O povo ao poder”, e Caetano Veloso tropicalizou em “O Frevo Novo” dizendo “A praça Castro Alves é do povo, como o céu é do avião”. Escrevo isso pela observação que fiz das pessoas ontem na II Festa do Madeira, que está sendo realizada na praça da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré.
Todos nós (eu incluído) temos prazer em frequentar aquele lugar, não só pelas questões históricas, mas pela beleza cênica, que tem o rio Madeira como o grande catalisador. Mas é quase proibido realizar qualquer evento naquele lugar. Os “donos” da Madeira-Mamoré querem que a praça seja preservada, mas como preservar sem dar alguma finalidade para lá? A prefeitura é criticada por não conservar, limpar e garantir a segurança do local, mas se “ousa” realizar o festejo do aniversário da cidade, também é criticada.



