Ontem, o motorista do táxi em que estava contou-me o sufoco que ele passou na noite de sábado, na hora da tempestade. Dou voz a ele:
– Eu estava estacionado em frente ao DB, ali na rua Rio de Janeiro, quando a chuva começou a cair e a água a subir. Não dava para ver o canteiro central da rua. Resolvi ir para o [supermercado] Gonçalves, na Rio de Janeiro com Rio Madeira. Fui devagar, com dificuldade. Lá estacionei na calçada, que é elevada e fiquei vendo aquele mar de água… Um cara de um Honda Fit foi enfrentar a enxurrada e entrou água no suspiro do carro e ele ficou lá no meio da rua… Não é nada, ele deve ter um prejuízo de, no mínimo, cinco paus, que é o preço do motor de um carro desses… Essa cidade é uma vergonha, o prefeito fala…” Interrompo aqui a narrativa, pois todos já sabem o que ele disse.
Hoje pela manhã o Facebook se encarregou de relembrar à Mar uma matéria que ela editou quando trabalhava no G1-RO, há três anos. O comentário no pé da matéria é de época e é atual? Ou vice-versa:

