Soube hoje da morte do professor Raymundo Castro, com quem trabalhei no final do govern0 Ângelo Angelin, quando Castro era o secretário de Cultura e Lazer e eu diretor da TV Educativa Madeira-Mamoré. O período em que foi secretário, a Secet teve uma produção significativa na área das artes e literatura. A capela de Santo Antônio e a Castanheira que fica perto do Aluisão, foram tombadas pelo Estado.
Raymundo Castro exerceu cargos importantes, como 1º vice-reitor da Unir, assessor da Fecomércio e Sebrae. Fazia parte da Academia de Letras de Rondônia, desde a sua criação. Tinha vínculos com o presidente José Sarney, de quem foi assessor no Maranhão.
Do passado
Me lembro de tê-lo acompanhado a Colorado do Oeste, junto com o Chapinha, onde participamos das aberturas de um festival de teatro e de um campeonato de futebol de salão. Fomos para voltar no mesmo dia, um sábado, porém o piloto do avião do governo, não foi nos buscar. Mil telefonemas para a Casa Militar, Casa Civil, hangar…, até para o governador, não adiantou. Tivemos que passar a noite na cidade, onde fazia muito frio e nós três de camisas leves, sem dinheiro. Ficamos hospedados na casa do prefeito Marcos Donadon (pai dos danadinhos) e até a hora de irmos dormir o Chapinha e eu tivemos que nos aquecer com um conhaque Dreher, que um dos secretários da prefeitura nos presenteou, por ficar consternado com a nossa situação.

