Depois de mais de 40 longos anos de bons serviços prestados à comunidade, eles estão sendo descartados, digo, aposentados. Substituídos pelos telefones celulares, os orelhões estão deixando de existir.
Vi a cena na rua Raimundo Cantuária. Um caminhão com orelhões era descarregado em uma oficina de lanternagem.
Fiquei pensando se as cabines em fibra de vidro não seriam “derretidas” e usadas no conserto de carros… Mas acho que não. Virarão sucata e, como diz um coleguinha, “as intempéries do tempo” as consumirá.
*Para os saudosistas, a história dos Orelhões.

