Na sexta-feira participei da cerimônia de aniversário do Diário da Amazônia, que amanhã, 13, completa 22 anos. O jornalista e apresentador Marcelo Bennesby foi o mestre de cerimônias e – disse ele – teve dificuldades em reconhecer-me, já que eu estava usando óculos escuros e fui confundido com um cantor (astro?) de rock.
Quem também foi confundido com um rockeiro e motoqueiro (credo!) foi o padre Pedrinho (corrigindo, escrevi Zezinho). Após o “bom dia a todos e a todas”, justificou o uso dos óculos, explicando que havia se submetido a uma cirurgia. Citou Raul Seixas, confirmando a influência do Rock’n Roll: “Quem não tem colírio, usa óculos escuros. Estou fazendo uso dos dois”.
Esqueceram de mim, mas o padre não foi esquecido. O compararam a Bon Jovi, Bono Vox, entre outros. A dona Ana Gurgacz disse que, como católica praticante, não acreditou quando o padre Pedrinho foi apresentado como sacerdote. “O senhor me desculpe, mas pensei que fosse um motoqueiro”.


