09 de julho de 2015

Paradoxo kafka-nazifiano

Por José Carlos Sá

hqdefaultTive oportunidade de ouvir as opiniões dos radialistas e jornalistas Frota Neto (Rádio Globo), Sérgio Pires, Everton Leoni e Beni Andrade (Rádio Parecis) sobre a meleca (desculpem, leitores) que a Prefeitura fez com a questão do transporte urbano de Porto Velho e concordei com eles.

O compromisso de campanha do prefeito Mauro Nazif era acabar com o “monopólio” do transporte coletivo na capital. A coisa rolou, desceu, subiu e foi decretada a caducidade do contrato, que foi anulado. Foi feita uma licitação e uma nova empresa ganhou, mas restam algumas embuanças. Da quebra do monopólio, a coisa evoluiu para a quebra do sistema.

E tem mais. São 1.212 trabalhadores das duas empresas descontratadas, Três Madeiras e Rio Madeira, que não sabem para onde vão. Esta semana começou com a possibilidade de greve dos motoristas e cobradores. Greve por aumento de salário. Mas como, se eles estão a um passo da demissão coletiva?

A situação está quase o roteiro de um conto do tcheco Kafka ou do palestino Nazif.

Cá para nós, prefeito, que *erda, hein, excelência?

 

Tags

caos no trânsito Prefeito Mauro Nazif Prefeitura de Porto Velho Transporte coletivo 

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