Não sou mais um fanático por Fórmula 1. Já comentei aqui que assistir às corridas nas madrugadas, manhãs ou tardes de domingo – dependendo do horário da transmissão – tinha todo um ritual, que era preparado antes, com lanche para que eu não precisasse sair da frente da tv, entre outras providências.
Passaram Fittipaldi, Piquet, Pace, até que Senna morreu e a expectativa de que outro brasileiro ocupasse o lugar dele no pódio vai e vem. Vai mais do que vem. Ontem pensei que tinha chegado a hora do Felipe Massa deixar de ser promessa e virar uma realidade. Foram só 20 voltas. A desculpa agora foi a estratégia adotada pela equipe para a troca de pneus.

