Vou comentar, a partir deste pôste, coisas que vimos no município de Chapada dos Guimarães – MT. Ficamos hospedados em uma pousada no centro da cidade histórica – região ocupada desde meados dos anos 1750, por ordem do Governador Geral da Capitania de Mato Grosso, o nosso conhecido Dom Antônio Rolim de Moura Tavares (Real Forte Príncipe da Beira) – na praça Dom Wunibaldo. A pousada é bem simples, parece que foi sendo acrescida de puxadinhos, pois o quarto em que ficamos tinha uma estranha configuração. Valeu pela localização, café da manhã e o que mais importa: cama e banho.
Chegamos na quinta-feira, Corpus Christi e, na sexta era o Dia Mundial do Meio Ambiente. Levantamos cedo para conhecer os arredores e na praça tinha lixo para todo lado. Já havia grupos que iriam participar de eventos sobre a conservação ambiental. Esta dicotomia chamou minha atenção.
A cidade é pequena (pouco mais de 17 mil habitantes, segundo o IBGE/2010), mas as ruas são esburacadas, sujas e mal conservadas. A arquitetura é variada, com casario colonial e moderno. A Igreja de Sant’Ana é tombada pelo Iphan desde 1953. Vamos às fotos.





