Está surgindo uma nova favela, com todas as mazelas que uma “ocupação espontânea” provoca e as autoridades e população de Porto Velho já conhecem. O novo aglomerado está sendo formado às margens da BR-319, logo depois da ponte sobre o rio Madeira, como já estava previsto.
Há anúncios de venda de lotes de terra “parcelados em até 36 meses”, bares, lojas de material de construção e o início de toda infraestrutura para dar suporte à ocupação.
A Prefeitura ainda não se moveu para antecipar ações e evitar o que aconteceu na maior parte da cidade desde 1915: as pessoas invadindo e o poder público vindo a reboque consertando aquilo que é possível.



