Hoje fomos atrás de uma locomotiva da ex-EFMM, que estaria em um lugar qualquer entre o canteiro de obras dasuzina de Santo Antônio e as pedreiras que são (eram) exploradas pelo 5º BEC e outras empresas. O fotógrafo Luiz Brito era um dos “ex-pedicionários” (hífen proposital). Ele contou que ao fazer fotos no antigo Cemitério da Candelária, buscando um foco, ‘uma mão’ puxou a correia da câmera do ombro dele, desfocando a foto.
Tchan, tchan, tchan! (imagine, tá?)
Ao abrir os emeios recebidos vejo esta foto, vinda pela manhã, em meio a outras que registravam a audiência que o nosso góvi teve no Ministério da Cidade.
Troco de religião ou espero o fim do mundo que vem aí????

