Sinto, sinceramente, o falecimento de Dom Eugênio Sales. Acompanhei o trabalho dele através da Imprensa nanica (em oposição à grande imprensa) e, depois, através de um dos professores do curso de Jornalismo, o padre Tonhinho Haddad, que ajudou o Dom Paulo Evaristo Arns em trabalho semelhante, em São Paulo.
Este era um dos poucos brasileiros que peitou os generais durante o governo militar. Fará falta.
10 de julho de 2012
