30 de junho de 2012

PIONEIRO

Por José Carlos Sá

Tive o privilégio de conhecer o senhor Conroy Theophilus Schokness, 84, que mora na Vila Candelária. Aposentado como funcionário público federal,  trabalhou na Estrada de Ferro Madeira-Mamoré e “cumpriu tempo” no 5º BEC. Foi motorista da litorina e se orgulha de ter feito a viagem entre Porto Velho e Guajará-Mirim em “apenas” 12 horas. O trajeto era regularmente feito pelas composições ferroviárias em 24 horas, com pernoite em Abunã.
Ele conta sobre os pais, avós e a origem da família na Ilha de Granada (“Grenada”), no Caribe. O pai, Charles Natanael Schokness, trabalhou na construção da ferrovia, sendo contratado posteriormente como um dos encarregados pela manutenção da linha férrea.

 O senhor Conroy Schokness fala do passado

Pose especial com a foto do pai, Charles Schokness, ao lado do coronel Aluízio Ferreira, primeiro brasileiro a dirigir a Estrada de Ferro Madeira-Mamoré e primeiro governador do Território do Guaporé (Fotos JCarlos)

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5° BEC Aluízio Ferreira Conroy Schokness EFMM Guajará-Mirim Porto Velho 

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