Só na madrugada de hoje, lendo no Twitter as bravatas do conterrâneo Aécio Neves (veja no espaço de comentários), que lembrei-me do aniversário de morte do Tancredo Neves, dia 21 de abril. Naquele dia, falei de Tiradentes, falei de Brasília e esqueci do velhinho, que morreu em 1985.
Mesmo não tendo assumido a presidência da República um dia sequer, Tancredo contribuiu com as mudanças que estamos vivendo no Brasil até hoje. Podem dizer que ele fez conchavos com os militares, que tinha o imortal José Sarney como vice, etc. Nada disso vai reduzir a importância histórica dele.
Há dias, arrumando os arquivos, encontrei a cópia de uma moção de aplauso da Câmara Municipal de Belo Horizonte à equipe de Jornalismo da Rádio Guarani – da qual eu fazia parte -, pela cobertura da paixão e morte de Tancredo Neves.
27 de abril de 2012
