O assunto era o massacre de Realengo e o locutor da nossa “rádia” caripuna lia um despacho qualquer colhido na internet:
– (…) O atirador suicidou-se, ou seja, se matou.
Se ele não tivesse dito isso, que os dois termos são sinônimos, eu morreria na ignorância.
07 de abril de 2011
