05 de janeiro de 2011

SABEDORIA DE ALMANAQUE

Por José Carlos Sá

Sempre gostei de almanaques. Na casa da minha avó havia exemplares do “Almanaque Capivarol”, “Almanaque Biotônico Fontoura”, com texto do Monteiro Lobato (Jeca Tatu), entre outros. Eu devorava todas as revistinhas e depois passei, eu mesmo, a ir às farmácias nos finais de ano buscar meu almanaque. Hoje assino o Almanaque Brasil, que conheci como leitura de bordo da TAM e que  passei a receber em casa. Fonte de muita cultura “inútil”, não deixo de ler almanaques sempre que posso.

Hoje recebi mais uma peça para a minha coleção. Trazido especialmente de Lisboa, recebi das mãos da minha colega Mariana Scalzo um exemplar do “Verdadeiro Almanaque Borda D’Água”, ao qual vou me entregar logo mais à noite.

Tags

Almanaque Brasil Almanaques Manias 

Compartilhar

Comentários

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado.

You may use these HTML tags and attributes: <a href="" title=""> <abbr title=""> <acronym title=""> <b> <blockquote cite=""> <cite> <code> <del datetime=""> <em> <i> <q cite=""> <s> <strike> <strong>

*